Não te quero... mas o sentido de posse ainda existe... ela, definida, e tu no meu sonho... na minha casa... doeu... os meus filmes, transformados em realidades obscuras acordam-me. Olho o relógio, 4.20 da manhã. Vou ao terraço fumo um cigarro de olhos fechados e peço para sonhar contigo, pai. Quero ver-te num cadeirão, olhar profundamente nos teus olhos e sentir-te aqui sempre.
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