sexta-feira, 20 de abril de 2012

Sonho

Não te quero... mas o sentido de posse ainda existe... ela, definida, e tu no meu sonho... na minha casa... doeu... os meus filmes, transformados em realidades obscuras acordam-me. Olho o relógio, 4.20 da manhã. Vou ao terraço fumo um cigarro de olhos fechados e peço para sonhar contigo, pai. Quero ver-te num cadeirão, olhar profundamente nos teus olhos e sentir-te aqui sempre.

Sem comentários:

Enviar um comentário