Num jardim do Porto, senti um aperto no peito... Senti a vida a fugir... O que estou cá a fazer... Quem sou eu, para que sirvo? Não me reconheço, já nem sei quem sou...
Sentada num banco de jardim, senti o meu mundo cair... chorei, chorei... Ao mesmo tempo que falava ao telemóvel, um velhote aproximou-se de mim e disse: o que tem? Não fique assim, vai passear. Fiz-lhe uma festa no ombro, agradeci e segui caminho já mais calma... Pensei, que humanidade, que vida terá tido?
há gestos tão simples, e que nos surpreendem...
ResponderEliminarquanto às lágrimas, não tenhas vergonha nem de ires abaixo, nem de as deitar cá para fora... é natural que te sintas assim. porque (já) tinhas uma vida feita, toda planeada e de repente parece que o mundo ficou de pernas para o ar... eu também senti isso, tanto... no início. E quantas vezes chegava a casa com vontade de chorar? e quantas vezes só me apetecia cair na cama e não mais acordar?... mas a vida segue e se ele se foi, e agitou tudo aí dentro, virou-te o mundo de pernas para o ar é porque simplesmente merecias melhor. Alías tu própria reconheces isso... força querida! vai passar :)
abraço apertadinho
às vezes tudo fica do avesso e temos de saber tirar o partido também dessa situação. tento-o fazer todos os dias, mas há dias... Um beijo grande
EliminarEu concordo com a V*
ResponderEliminarHoje, também apanhei coragem e desfiz o meu relacionamento. Eu vivo em Londres e ele com a mãe (a típica história).
Força, muita força. Se o mundo está do avesso, a única coisa que pode acontecer é ele endireitar-se novamente.
E a Fenix quer muito voltar a sorrir, isso conta muito****
Quando está mau, só pode melhorar, né?
EliminarEspero que corra tudo bem contigo, um beijo grande e força